São três as oportunidades para imunizar o indivíduo e protegê-lo das doenças contra as quais já temos vacinas: durante a infância, o que já é rotina e está inserido na cultura médica e da população, durante a adolescência e na idade adulta.

Na adolescência e idade adulta, o médico precisa atualizar o calendário de vacinação de seu paciente, verificando as vacinas não recebidas durante a infância (muitas vezes porque os imunobiológicos não estavam ainda disponíveis); recomendando os reforços e inserindo seu paciente em novos programas de vacinação.

Em diversos estudos publicados por revistas científicas, a não prescrição médica destacou-se como o mais importante motivo que leva a população a não se vacinar.

No Brasil, apesar do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Imunizações e outras sociedades médicas definirem as recomendações de vacinação para o adulto, a vacinação dessa faixa etária ainda está longe de ser realidade. Na grande maioria das vezes, a análise do estado vacinal do paciente não é realizada, muito menos a indicação de vacinação.

O Programa Nacional de Imunizações contempla boa parte das vacinas recomendadas para o adulto, mas, algumas, precisam ser aplicadas na rede privada de clínicas de vacinação.

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